sexta-feira, 16 de setembro de 2011

REFLEXÃO



Assim como a cera, naturalmente dura e rígida, torna-se, com um pouco de calor tão moldável que se pode levá-la a tomar a forma que se desejar, também se pode, com um pouco de cortesia e amabilidade, conquistar os obstinados o os hostis. (Schopnhauer, filósofo alemão)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Sem deixar para amanhã



A vida sempre surpreende. Ou talvez se deva dizer que a morte surpreende a vida? Afinal, ela sempre aparece em momento inoportuno.
Quando estamos para nos aposentar e gozar do que consideramos um merecido descanso. Ou quando estamos nos preparando para o casamento.
Ou, ainda, quando acabamos de passar por um concurso que nos garantiria uma carreira de sucesso.
Por isso mesmo, nunca devemos deixar para amanhã as declarações de afeto.
Por vezes, tivemos um professor que nos influenciou muito e realmente deu sentido, propósito e direção à nossa vida. Entretanto, nunca reservamos um tempo para lhe agradecer.
De repente, ele morre e ficamos a pensar: “meu Deus, ao menos eu deveria lhe ter escrito uma carta.”
De outras, brigamos com alguém e punimos a pessoa com nosso silêncio. Passam-se os dias, os meses, os anos.
E continuamos com a punição. Aí a pessoa morre.
O que acontece? Quase sempre o remorso nos alcança e começamos a cogitar: “eu devia ter falado com ela.”
Para compensar a nossa culpa, vamos à floricultura e compramos muitas flores, para enfeitar o caixão, a sala mortuária, o túmulo.
Teria sido muito mais compensador ter comprado algumas flores antes, um pequeno ramalhete e ter tentado fazer as pazes. Reatar a afeição.
É até possível que a pessoa rejeitasse as flores, as jogasse no chão. E nos desse as costas. Mas, então, o problema não seria mais nosso, mas exclusivamente dela.
Um dos exemplos mais comoventes a respeito do arrependimento por deixar para depois, nos vem de uma carta escrita por uma jovem americana ao namorado.
É mais ou menos assim: “lembra-se do dia em que eu pedi emprestado seu carro novo e o amassei?
Achei que você ia me matar, mas você não me matou.
Lembra-se de quando eu o arrastei para ir à praia, e você disse que ia chover, e choveu?
Pensei que você fosse dizer: ‘eu não a avisei?’, mas você não falou.
Lembra-se da época em que eu paquerava todos os rapazes para lhe fazer ciúmes, e você ficava com ciúmes?
Achei que você fosse me deixar, mas você não me deixou.
E quando deixei cair torta de amora nas suas calças novas?
Pensei que você nunca mais fosse olhar para mim, mas isso não aconteceu.
E quando me esqueci de lhe dizer que o baile era a rigor, e você apareceu de jeans?
Achei que você fosse me bater, mas você não me bateu.
Havia tantas coisas que eu queria fazer para você quando você voltasse do Vietnã...
Mas você não voltou...”
***
Não permitamos que a morte arrebate a chance de dizermos o quanto amamos as pessoas.
O quanto elas são importantes para nós. Pode ser uma avó, um irmão, um amigo.
Não necessariamente somente pessoas do círculo familiar. Aprendamos a esboçar gestos de amor e a dizer palavras que alimentam a alma do outro.
Mesmo que um dia alguém nos tenha dito que não é bom o outro saber que o amamos, porque se aproveitará de nós.
Mesmo que outro alguém tenha insinuado que parecemos tolos quando ficamos afirmando a intensidade do nosso amor, da nossa amizade e da nossa ternura.
O ser mais perfeito que andou pela Terra, o Mestre Galileu, não temeu demonstrar amor e dizer: “amai-vos como eu vos amei.”
Equipede Redação do Momento Espírita com base no cap. O casulo e a borboleta, do livro o Túnel e a luz, de Elisabeth Kübler-Ross, ed. Verus.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Sem Caridade

 

Sem a caridade do trabalho para as suas mãos, o seu descanso pode transforma-se em preguiça.
*
Sem a caridade da tolerância, o seu trabalho seguirá repleto de entraves.
*
Sem a caridade da simpatia para com os necessitados de qualquer procedência, as suas palavras de corrigenda serão nulas.
*
Sem a caridade da gentileza, a sua vida social e doméstica será sempre um purgatório de incompreensões.
*
Sem a caridade da desculpa fraterna, seus problemas seguirão aumentados.
*
Sem a caridade da lição repetida, o seu esforço não auxiliará a ninguém.
*
Sem a caridade da cooperação, a sua tarefa podera descer ao isolamento enfermiço.
*
Sem a caridade do estímulo ao companheiro que luta, sofre e chora, no trato com as próprias imperfeições, o orgulho se lhe fará petrificado na própria alma.
*
Sem a caridade do auxílio incessante aos pequeninos, a vaidade viverá fortalecida em nosso espírito invigilante.
*
Sem a caridade do entendimento amigo, a sua franqueza será crueldade.
*
Sem a caridade do concurso desinteressado e fraterno, as suas dificuldades crescerão indefinidamente.
*
Sem caridade em nosso caminho, tudo se converterá em inquietude, sombra e sofrimento. Por isso mesmo, adverte-nos o Evangelho - "fora da caridade ou fora do amor não existe realmente salvação".
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade. Ditado pelo Espírito André Luiz. Araras, SP: IDE. 1978.

* * * Estude Kardec * * *

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

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@aejeaeje

Deformidade Perispiritual


A dor no veículo_físico é um acontecimento real no encéfalo, mas puramente imaginário no órgão que supõe experimentá-la. A mente, através das células_cerebrais, registra a desarmonia corpórea, constrangendo a urdidura orgânica ao serviço, por vezes torturado e difícil, do reajuste. Aqui, também, o aspecto anormal, até monstruoso, resulta dos desequilíbrios_dominantes_na_mente que, viciada por certas impressões ou vulcanizada pelo sofrimento, perde temporariamente o governo da forma, permitindo que os delicados tecidos do corpo_perispirítico se perturbem, tumultuados, em condições anormais. Em tal situação, a alma pode cair sob o cativeiro de Inteligências perversas e daí procedem as ocorrências deploráveis pelas quais se despenha em transitória animalização por efeito hipnótico.

[83 - página 40] - André Luiz

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sem Caridade

 

Sem a caridade do trabalho para as suas mãos, o seu descanso pode transforma-se em preguiça.
*
Sem a caridade da tolerância, o seu trabalho seguirá repleto de entraves.
*
Sem a caridade da simpatia para com os necessitados de qualquer procedência, as suas palavras de corrigenda serão nulas.
*
Sem a caridade da gentileza, a sua vida social e doméstica será sempre um purgatório de incompreensões.
*
Sem a caridade da desculpa fraterna, seus problemas seguirão aumentados.
*
Sem a caridade da lição repetida, o seu esforço não auxiliará a ninguém.
*
Sem a caridade da cooperação, a sua tarefa podera descer ao isolamento enfermiço.
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Sem a caridade do estímulo ao companheiro que luta, sofre e chora, no trato com as próprias imperfeições, o orgulho se lhe fará petrificado na própria alma.
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Sem a caridade do auxílio incessante aos pequeninos, a vaidade viverá fortalecida em nosso espírito invigilante.
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Sem a caridade do entendimento amigo, a sua franqueza será crueldade.
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Sem a caridade do concurso desinteressado e fraterno, as suas dificuldades crescerão indefinidamente.
*
Sem caridade em nosso caminho, tudo se converterá em inquietude, sombra e sofrimento. Por isso mesmo, adverte-nos o Evangelho - "fora da caridade ou fora do amor não existe realmente salvação".
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade. Ditado pelo Espírito André Luiz. Araras, SP: IDE. 1978.

* * * Estude Kardec * * *

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

II – A Paciência

UM ESPÍRITO AMIGO
Havre, 1862
7 – A dor é uma benção que Deus envia aos seus eleitos. Não vos aflijais, portanto, quando sofrerdes, mas, pelo contrário, bendizei a Deus todo poderoso, que vos marcou com a dor neste mundo, para a glória no céu.
Sede paciente, pois a paciência é também caridade, e deveis praticar a lei de caridade, ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste em dar esmolas aos pobres é a mais fácil de todas. Mas há uma bem mais penosa, e conseqüentemente bem mais meritória, que é a de perdoar os que Deus colocou em nosso caminho para serem os instrumentos de nossos sofrimentos e submeterem à prova a nossa paciência.
A vida é difícil, bem o sei, constituindo-se de mil bagatelas que são como alfinetadas e acabam por nos ferir. Mas é necessário olhar para os deveres que nos são impostos, e para as consolações e compensações que obtemos, pois então veremos que as bênçãos são mais numerosas que as dores. O fardo parece mais leve quando olhamos para o alto, do que quando curvamos a fronte para a terra.
Coragem, amigos: o Cristo é o vosso modelo. Sofreu mais que qualquer um de vós, e nada tinham de que se acusar, enquanto tendes a expiar o vosso passado e de fortalecer-vos para o futuro. Sede, pois, paciente, sede cristãos: esta palavra resume tudo

sábado, 3 de setembro de 2011

JORNADA DA MULHER ESPÍRITA DO ESTADO DE ALAGOAS


Mediunidade será tema de Jornada Espírita



O sesquicentenário do Livro dos Médiuns será o mote da XXVII Jornada da Mulher Espírita do Estado de Alagoas, que acontecerá no período de 11 a 18 deste mês, com abertura e encerramento no auditório do Centro Espírita William Crookes, bairro do Prado, às 16h30.
A palestra do primeiro dia será proferida pela expositora Maria José de Alcântara, do Estado da Paraíba, que falará sobre “Jesus – o médium por excelência”. Já o tema central do evento será desenvolvido no último dia da jornada pela coordenadora de Comunicação Social Espírita de Goiás, Ivana Raisky, que abordará “O Livro dos Médiuns – 150 anos iluminando consciências”.
A exemplo das edições anteriores, a jornada deste ano terá duração de uma semana e irá prestigiar diversas casas espíritas da capital, levando, à cada noite, uma palestra diferente, em nova localidade.
No dia 12, às 19h30, os freqüentadores do Centro Espírita Alagoano Melo Maia, que fica na Rua Barão de Alagoas, 316, Centro, serão contemplados com a expositora Nair Ney Simões falando sobre “Mediunidade – ponte de luz entre o céu e a Terra”. Na terça-feira (13), às 20h, será a vez da comunidade da Pajuçara receber a jornada com a palestra “Estudo, disciplina e moralidade – base segura da mediunidade”, que será proferida pela jornalista Yvette Moura, no Núcleo Fraterno Bezerra de Menezes (Travessa Primavera, 189). Na quarta-feira (14), também às 20h, a psicóloga Lígia Melo falará sobre “Mediunidade em crianças e jovens – como administrar?”, no Núcleo de Estudos André Luís, que fica na Rua Escritor Paulo Santiago, 102, Poço.
Nos dias subseqüentes, Mary Jane Morais levará “Mediunidade e obsessão” à comunidade de Jacarecica, no Centro Espírita Recanto da Fé, que fica na Rua E, 113, e a pedagoga Marluce Ferreira – que é a Coordenadora de Educação Mediúnica da Federação Espírita do Estado de Alagoas – irá discorrer sobre “Evangelho e Mediunidade – caminho para a Regeneração”, na Sociedade Espírita Discípulos de Jesus, localizada à Avenida Siqueira Campos, 1098, no Prado. Todas duas com início às 20h.
Já no sábado (17), a jornada prossegue no bairro do Vergel, com Madalena Caldas falando sobre o tema “Mediunidade – chamamento divino”, e a palestra vai acontecer às 16h, no Núcleo de Espiritismo Eurípedes Barsanulfo (NESEBA), na Rua Craveiro Costa, 47.
O tema deste ano é mais uma comemoração do sesquicentenário da segunda obra básica do Espiritismo, publicada em 1861, que propõe as bases seguras para a boa prática da mediunidade, fundamentadas nas pesquisas experimentais e científicas que comprovam a comunicabilidade com os espíritos.
Maiores informações: 3223-8699 (Feeal) e 8827-4897 (Conceição Farias – coordenadora).